O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou recentemente uma revisão em baixa da previsão de crescimento para Angola em 2025, reduzindo-a para 2,1%. Esta alteração surge num contexto de queda nas exportações de petróleo, produção volátil e aumento do endividamento público.
Para os investidores, esta notícia levanta questões importantes: como proteger carteiras de ativos num cenário de crescimento mais lento? Que estratégias podem reduzir riscos e, ao mesmo tempo, aproveitar oportunidades?
Em momentos de incerteza, a diversificação é um dos princípios mais relevantes. Não se deve concentrar investimentos apenas em setores dependentes do petróleo. Ativos imobiliários, obrigações, fundos de investimento e até alternativas internacionais podem ajudar a equilibrar carteiras.
Outra estratégia é apostar em instrumentos de menor volatilidade, que preservem liquidez e garantam rendimento estável. Obrigações soberanas e corporativas, quando bem escolhidas, podem representar refúgio em tempos de instabilidade económica.
Finalmente, é essencial ter um parceiro de confiança para análise de risco. Acompanhamento próximo, relatórios atualizados e planeamento de médio e longo prazo são fatores que diferenciam quem atravessa crises e quem é surpreendido por elas.
Na KYA FAZENDA, trabalhamos lado a lado com investidores para estruturar carteiras ajustadas à realidade angolana e internacional, sempre com foco em segurança, rentabilidade e impacto social.






